COMPARAÇÃO DAS EMISSÕES DA PRODUÇÃO DE PETROLEO

COMPARAÇÃO DAS EMISSÕES DA PRODUÇÃO DE PETROLEO

Medir a intensidade de gases efeito de estufa da produção de tar sands e compara-la com a produção de petróleo convencional é um exercício contestado. O resultado de qualquer comparação depende qual o alcance de actividades estão incluídas na analise como também qual o tipo de produção é utilizada para comparação com as tar sands.
O variado alcance de diferentes qualidades de crude, métodos de transporte a nível mundial também dificulta uma comparação difícil.

È importante esclarecer se a comparação de emissões é well-to-refinary (até ao portão da refinaria), well-to-tank (todo o processo anterior á combustão no motor), ou well-to-whell (todo o ciclo de vida incluindo a combustão). 80% de todo o ciclo de vida das emissões ocorre quando o combustível é queimado no motor, comparar emissões well-to-whell aumenta o total de emissões a serem comparados portanto faz diferença entre os métodos de produção parecerem muito menores - um método usualmente usado pelas empresas tar sands para tentar trivializar este assunto.

Estudos baseados numa revisão de 13 estudos realizados em 2009 comparando as emissões das tar sands com petróleo convencional, descobrem que ainda não há um consenso da “ caracterização do ciclo de vida das emissões da indústria tar sands. Calcula uma média de crescimento da diferença entre petróleo convencional e as tar sands será de 195% para emissões well-to-refinary e 17% para well-to-whell.

Desde a lei de baixos valores de carbono da Califórnia foi introduzida para reduzir o ciclo de vida dos gases efeito de estufa dos combustíveis fósseis vendidos no estado, o governo de Alberta e a indústria tar sands têm se esforçado para mostrar uma diferença mínima entre as emissões dos combustíveis derivados de tar sands e outros combustíveis. Em Julho de 2009 o governo de Alberta autorizou 2 estudos dos consultadores das companhias petrolíferas. Baseado nos resultados, o governo declarou que as emissões well-to-whell derivadas das tar sands são comparáveis a outros crudes. O governo mais tarde disse.”as emissões das tar sands são geralmente 10% mais elevadas que emissões directas de outros crudes nos EUA.

As empresas de petróleo repetidamente citaram estes estudos em resposta as preocupações expressadas sobre o impacto ambiental das tar sands. Recentemente ambas Shell e BP citaram os mesmos para contradizer alguns investidores, que dizem as emissões de carbono elevado associados ás tar sands põe em risco o valor das acções.

No entanto afirmam que estes relatórios são mais exactos que estudos mais intensos levados pelos governos dos EUA e do Canadá leva á perda de credibilidade. Estes estudos sugerem que a emissão well-to-whell esta entre 13 e 27%. O relatório de Alberta usou uma pequena selecção de crudes convencionais para comparação, uma significante proporção da qual eram crudes pesados, que tem emissões mais elevadas que outros crudes convencionais. Em contraste, os estudos do governo usa um largo número de diferentes crudes que mais correctamente reflecte o crude consumido nos EUA. Os dois estudos de Alberta divergiram em cerca de 10% no seu cálculo das emissões médias do petróleo convencional.

Enquanto os estudos em Alberta estavam ponderadas para produção convencional mais suja, alguns dos projectos das tar sands ainda não estavam a decorrer. Usando dados teóricos dos projectos propostos em vez de dos dados das operações correntes é uma táctica nunca usada em nenhum outro estudo.

O debate sobre quanto mal faz a exploração das tar sands comparada com a produção convencional dificilmente vai continuar. O mais impressionante sobre a tentativa do governo de Alberta de suavizar o assunto é que na melhor das hipóteses a produção tar sands é só um bocado pior que o pior petróleo convencional, um acontecimento de estar orgulhoso.

Seja como for a extracção de tar sands é um passo na direcção errada. Enquanto o mundo precisa desesperadamente de cortar as emissões de gases efeito de estufa, a produção de tra sands inevitavelmente faz a produção de petróleo mais suja. O esforço da indústria para banalizar este assunto é um exemplo deplorável de um egoísta interesse próprio.

As companhias de petróleo como a Shell dizem que o Carbon Capture Storage e melhoramentos de eficiência irão reduzir as emissões de gases efeito de estufa das tar sands. No entanto os investidores e as ONG’s estão a duvidar das afirmações da Shell, dado a falta de testes da tecnologia CCS e a implicação financeira para uma escala comercial para reduzir significativamente os gases efeito de estufa. Mesmo sendo eficaz ao reduzir os gases libertados, os custos podem atingir 110-290$ por tonelada.
Os investidores devem procurar energias renováveis, em de procurar tecnologias como a CCS.

O transporte é um factor chave para melhorar a sustentabilidade energética. È responsável por 32% das emissões na Europa, o sector em maior evolução de libertação de gases efeito de estufa, um sector que depende 97% de combustíveis fosse.

Um olhar sobre o ciclo de vida dos gases efeito de estufa inclui todas as emissões da produção de combustível: desde a extracção passando pela refinaria, distribuição e combustão do combustível (emissões weel-to-whell).
A combustão conta cerca de 2,5 kg de CO2 por litro de combustível, seja qual a sua fonte.
Ao refinar acrescenta mais 15-20% de emissões por litro, que significa no fim o valor de emissões de 2.9 kg de CO2 por litro de combustível


 

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